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A grande imersão proporcionada por alguns jogos de videogame da atualidade os coloca níveis acima de outras produções culturais como filmes e músicas e transforma o título em um padrão a ser seguido por toda a indústria. A realidade que o game “Call of duty: modern warfare 2” consegue apresentar é tanta que, por meio dos gráficos e do som ininterrupto dos tiros, o jogador se sente dentro de uma verdadeira zona de combate.
O título, desenvolvido pela Infinity Ward e produzido pela Activision, é a sequência direta do primeiro “Modern warfare”, lançado em 2007, que conta a história de um grupo de soldados americanos contra terroristas russos. O game é de tiro em primeira pessoa, ou seja, o jogador enxerga pelos olhos do personagem, com a arma utilizada em primeiro plano. A guerra fictícia retratada apresenta muita violência, tornando o jogo não recomendado para menores de 17 anos nos Estados Unidos. No Brasil, o jogo ainda não tem classificação indicativa definida.
A Activision também quis trazer polêmica para o game. Entre as mais de 10 horas de jogo do modo “campanha”, além de combater milícias em territórios como o Afeganistão, o jogador viajará para combater os vilões escondidos dentro de uma favela no Rio de Janeiro e terá que participar de um terrível ataque terrorista em um aeroporto russo. Contudo, para não ofender boa parte de seu público, há uma opção no início do game que desabilita missões como essas e conteúdo mais ofensivo como excesso de sangue, por exemplo.
Ação de cinema
Do começo ao fim, “Call of duty: modern warfare 2” traz tanta ou mais ação do que um filme de Hollywood. O jogador se encontrará sempre no meio do fogo cruzado, em situações de risco de vida e não pode ficar parado um segundo. O som dos tiros cruzando o ouvido do personagem, as bombas explodindo e modificando o ambiente criam uma atmosfera tensa e assustadora. A dificuldade, mesmo em níveis mais fáceis, é grande, o que poderá afastar gamers menos experientes.
A fase que acontece em uma favela do Rio de Janeiro define bem o clima que o game deseja passar aos jogadores. Apresentando os melhores gráficos da atual geração de consoles, as ruas estreitas e as casas são rigorosamente detalhadas. Os traficantes descem o morro e atacam por todos os lados e é muito difícil encontrar um canto para se proteger. Para aumentar a dificuldade, as finas paredes das casas não resistem às balas, que as atravessam e atingem o jogador.

Para sobreviver ao ataque, há uma série de armas que o jogador pode utilizar, todas existem no “mundo real”. É possível até roubar equipamentos do adversário caso a munição de uma metralhadora acabe, usar granadas e elementos do cenário como botijões de gás para conseguir escapar do ataque.
Em outra cena polêmica, o jogador disfarçado de terrorista deve atacar passageiros em um aeroporto na Rússia. A cena é forte, com centenas de civis sendo mortos no local. Há a opção de atirar ou não nas pessoas, mas o game não induz a cometer o ato.
Por mais próximo da realidade que “Call of duty: modern warfare 2” seja, ele conta a mesma história do bem contra o mal de sempre, trazendo o que há de mais atual em termos de tecnologia de jogos de videogame. E é por isso, por seus controles precisos e por um modo de jogo online viciante, que ele é um dos games mais vendidos de todos os tempos.





A empresa norte-americana de aluguel on-line de DVDs Netflix firmou um acordo com a Nintendo para permitir que os donos do Wii assistam a filmes e programas de TV por meio do console em seus televisores.
O anuncio da parceria ocorre meses depois de a Netflix iniciar a transmissão de conteúdo digital por meio da internet no PlayStation 3, da Sony. O Xbox 360, da Microsoft, transmite filmes no formato digital alugados pela Netflix desde 2008.
O serviço Netflix será ativado para o Wii, o console mais vendido da atual geração, ainda neste semestre nos Estados Unidos. Especialistas acreditam que em março os assinantes começarão a receber os discos para rodar o programa no console, do mesmo modo como ocorre no PlayStation 3. O Netflix não terá custo adicional para os membros do serviço que possuem plano mínimo de US$ 9 por mês, informou a empresa.
No console da Nintendo, os filmes e seriados terão definição padrão, uma vez que o Wii não é compatível com resoluções mais altas de imagem como ocorre com o PS3 e o Xbox 360. O Netflix não funciona no Brasil.


Depois de infindáveis discussões com a Marvel sobre quem seria o vilão de “Homem-Aranha 4”, acabou que não só o diretor dos três filmes anteriores Sam Raimi (“Arraste-me para o Inferno”), mas também os protagonistas Tobey Maguire (“Seabiscuit”) e Kirsten Dunst (“Maria Antonieta”) ficaram de fora do próximo filme do herói. Mas, com apenas dias desde o anúncio deste fato, Raimi, de acordo com a AICN, já conseguiu outro grandioso projeto, nada menos do que a adaptação do famoso game de ação “World of Warcraft”.
Na verdade, há anos que o diretor já estava envolvido na produção desta adaptação, mas, como tinha “Homem-Aranha 4″ na agenda, não teria tempo para dirigir o filme.”Em sua essência, Warcraft é fantástico, uma história embalada pela ação. Estou entusiasmado para trabalhar com essa equipe e levar isso para o grande ecrã”, revelou o diretor.
“World of Warcraft” é um jogo que se assemelha ao Second Life, no qual o jogador deve criar um avatar e desenvolvê-lo dentro do universo do jogo. Utilizam-se enredos e personagens da mitologia nórdica, como batalhas épicas entre humanos, orcs e elfos.
“Seremos muito fiéis ao jogo. Robert Rodat (‘O Resgate do Soldado Ryan’) vai roteirizar centrado na história original, que acontece dentro do mundo de Warcraft. Claro que teremos pequenas alterações, já que se trata de uma adaptação sendo traduzida para o mundo cinematográfico, mas será apenas isso“, revelou Raimi.
O orçamento disponível para Raimi será de US$ 100 milhões, mas ainda não há data confirmada para o início das filmagens.
Fonte: http://cinemacomrapadura.com.br/games/153990/sam-raimi-assume-de-vez-a-direcao-de-world-of-warcraft/